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8 de mai. de 2013

Sobre você, sob você.


Sobre você, sob você. 

Sobre teu pescoço, meu rosto sob teu pescoço, rosto, corpo.

Sobre teu cabelo, meu cabelo sob teu cabelo, ouvido, membros, sossego.

Sobre conhaque, café e cigarros.

Vou falar de cachaça, e vinho tinto.

Sobre você, eu não preciso ter dizer, sob você eu não preciso ter que me dizer, sobre eu e você, não precisamos dizer nada. Só precisamos nos dizer. 

Para você eu falo do seu cheiro, do seu corpo, do seu olhar. 

De você eu penso,

Sobre aquele churrasco, dado pro(a) cachorro(a).

Para você eu digo,

Sob seu suor cheiroso, das musicas do C. Veloso.

Dos esquadros "calcanhottos", do romancista Drummond,

Das estrelas de Olavo B.

Sob você imito o passarinho de Quintana.

E me acalmo feito as tartarugas de "'Manel' de Barros".

Se nem o tempo tem pressa, por que precisamos ter?

Não importa se é sob ou sobre

Estou falando de você.

Do quanto te desejo, de como te desejo, sei que não te tenho, talvez nunca vou ter.

Mas não importa eu, importa que sou seu(teu), sob ou sobre você.


18 de mar. de 2013

Lapis verde, madrugada, despedida, e um pedaço de papel

Eu sei que tudo que passou não volta, mas meu coração lamenta saber que te perdi. Foi muito triste te ver partir, e agora por saber que não vou mais ter você aqui, não consigo mais sorrir.
Sabendo que não vai adiantar, e meu sorriso embora já se vai, pro meu coração de te lembrar, e uma lágrima  de meu olhar sair, fazendo de um lacrimejar, um rio de lágrimas cair.

26 de fev. de 2013

Cólera.


http://thigobraga.tumblr.com/post/43320937258/colera

Dançando se foi sem medo, das minhas mãos.
Não toco mais em teus cabelos.
Perdi-te em um beijo amargo, já injuriado por varias amarguras.
Ora eis tu divina lua, oras eis bonita estrela distante.
O que tens de mim é cólera.
 Afasta-te de mim, corre, foge, então somes.
Afasta-te de mim, pois tua cólera ainda me sangra.
Corri, desembestado ao encontro de vós estrela,
Que me jogou uma carta de mentiras, e asneiras,
Tolo como sempre fui.
Acreditei mais uma vez.
Corri desembestado, pra provar da ultima mentira de vez.
Cadente tu virastes, mas desejo nenhum eu soltei.
Nenhuma vela eu soprei, nem um pedido roguei.
Jogado aos porcos fui.
Olharam-me como um mero coitado.
Morto seria se ajoelhado tivesse a vós.
Dei minha vida apagada, mil vezes a vossa estrela bonita.
Maravilhosa lua.
 O que fizestes a mim?
Eu que limpei tuas lágrimas, que cuidei de tuas feridas,
Diminui a tua febre, te abracei na loucura.
E o que me destes ó bela estrela?
Traíste-me.

****
Eu plebeu cresci com nobres,
Mas nobre não era.
Lutei com eles, na primeira linha de batalhas e de guerras.
Sobrevivi, e aclamado fui.
Ganhei meu lugar em Ágora,
Por astúcia, não por tolices.
Mesmo sendo pobre,
Os Heróis me tratam como igual em nobresa.
Nunca fui ferido, nem cortado,
Nem sangrado.
Amaldiçoado fui, bruxaria fizeram-me.
E sempre de pé fiquei.
Mas vós bonita estrela, vós que sempre cativei.
Feriu-me pior que flechas e lanças,
Açoitou-me, flagelou-me.
Cuspiu-me.
Então de mim afasta-te, pois vossa cólera ainda me sangra.
 Meu lugar em Ágora, tirado foi.
De astuto, virei tolo.
Não tenho espólios,
Toda minha Honra virou Vergonha
****

E até a mais bela das flores,
Me quer distante.
Flor que me curou da tua primeira flechada,
Que sarou a minha febre.
Uma flor, que mesmo estando na terra.
É mais distante que a Lua,
Mais distante que vossa estrela.
Somes, corra, afasta-te,
Nomeia pro teu reinado,
Qualquer nobre.
Aqueça vosso leito com quem quiseres.
Mas deixe-me em paz.
Pois Cólera por ti ainda tenho,
Ainda Sangra-Me.
Segues com vossa escolha,
Assumes vossa decisão.
Pois de vós não quero mais nada,
Além de cólera, e silencio.
***
Seguirei minha jornada,
Passando pelo Hades.
Rogarei para Atenas e Apolo,
Que dos Deuses ainda me guardam.
Como disse o forte Ajax,
De fronte com o Genioso Odisseu,
Atenas sempre protege os Seus.
É com Atenas que eu vou, atrás da flor.
Pelo sol guiado por Apolo.
Flor que está distante,
Flor que Sara qualquer ferida vossa.
Flor que esperança meu peito roga.
É pela Flor que dobrarei meus joelhos.

28 de out. de 2012

Soneto de Pierrot


Eu só quero dizer que dói.
Dói quando eu brigo com você.

Me dói, quando eu tenho que dizer,
O que é melhor para você,
Mesmo que não seja o melhor para mim.

Dói, saber que você não me ama assim,
De comentar o que eu fiz, para outro(mundo) ouvir.

Dói, quando vou dizer que te amo,
E logo me perguntas sobre um ciclano.
Depois me pedes conselhos para fulano.

Dói. Saber que o que eu faço não vale nada,
Ou que vale menos que uma frase,
Que não foi feita para você.

Dói saber que só sou visto, como apenas um amigo.
Que só sirvo pra te jogar para outros,
Por que eles valem mais a pena do que eu.

Pois bem, te deixarei em paz agora.
Já que é o que tu queres, te deixarei em paz.

Não mais pensarei em ti, como meu amor,
Apenas como uma amiga, só mais uma amiga.

Não mais que uma amiga,
Não como meu diário,
Não como meu amor secreto.

Só mais uma amiga e nada mais.

Seja feliz com quem você quer para sua vida.
Com quem você quer que seja.

Corra atrás do seus sonhos, que ele lhe convidou.
Mesmo que seja para um sonho que sempre lhe convidei.

Dance com seu amor a musica linda que ele botou,
Que sempre foi a musica que botei para nós dois,
E você nunca reparou.

Tenha uma filha com nome Agnes,
O nome da nossa filha que eu pensei.

Não me veja mais como quem gostas de ti.
Pois serei só mais um amigo teu.

Não o amor que você perdeu,
Por que nunca amastes Eu.

Por que você nunca, me amou.

Mas não serei covarde de sumir, de fugir,
Ou de correr, quando olhar você.

Nem começarei um duelo de espadas por ti.
Até feria isso, se tivesses me pedido.

Mas não farei por ninguém que não gosta mais de mim.
Por alguém que não me ama.

Quero ganhar pelo que sou.
E não matando, roubando, mentindo.

Mas isso não é mais problema, pois pra mim só eis poema.
E não mais o meu amor.

Mas isso não é mais seu problema, pois para mim só eis poema.
E não mais meu grande amor.

19 de jun. de 2012

Arma assassina


“Cheiroso” era ele quando nasceu.


Notado foi ele quando cresceu.


Exterminou várias pessoas por onde passou.


Perigos quando notado, era seu codinome,

O "pior de todos os males" muita gente mencionou.


No "elevador isso mata", duas velhinhas que o notaram.


"Ainda bem que sou imune" disse o criador.


“Silencioso e mortal” conhecido assim ficou.


A famosa e terrível flatulência

P.s: A famosa flatulência de Terrível. 

22 de mai. de 2012


Meus amigos boêmios estão atoa a se preocupar
Já contrataram um médico, pra poder me consultar.
  • O que é que ele tem Doutor?
  • O que é que ele tem?
  • O que é que ele tem Doutor?
  • O que é que ele tem?
Que não para, que não para de sonhar.
Que não sai, que não sai, desse lugar.
  • Ele não sai mais de casa Doutor.
  • Ele não sai para ver o mar.
  • Quando sai, sai a noite, depois volta a se trancar.
  • O que é que ele tem Doutor?
  • O que é que ele tem?
  • O que é que ele tem Doutor?

    Que não para, que não para de sonhar.
    Que não sai, que não sai, desse lugar.
     

3 de mar. de 2012

Pedido de Desculpas


Acordei com olhos inchados,

Rosto rachado, por conta das lagrimas.

Parecia que tinha perdido-ti para sempre.

Parecia que tinha perdido tudo para sempre.

Como se o mundo tivesse acabado,

Como se o motivo de viver não mais existisse.

Acordei surrado por minha sombra,

Pois não tive coragem de surrar-me.

Pode criticar minha covardia,

Admito que seja incapaz de causar dano,

Até mesmo para um animal como eu.

Hoje te peço perdão,

Por todo mal que te fizera.

Pode negar-me,

Sei que não as mereço.

Mas por enquanto é o único jeito,

De implorar e compensar o meu erro,

Por ter perdido aquele gol grotesco.

14 de nov. de 2011

Chorou


Chorou como se alguém tivesse morrido, ou traído.

Chorou como se tivesse perdido um ente querido,

Ou seu grande amor.

Chorou não de dó, não de pena, chorou de dor.

Chorou como se tudo tivesse desmoronado.

Chorou como criança, chorou que soluçava.

Chorou que me fez chorar.

2 de set. de 2011

Gosto

Eu gosto do meu agora,
Quando estou do seu lado,
E gosto do meu em breve
Quando estou longe.
Eu gosto do meu agora,
Como não gostava antes.

Gosto de desejar meu amanhã
Sabendo que posso não ter
Mais nenhum amanhã.

Sabendo que o que conta
É o agora, que todo carinho
É de bom agrado,
E carinho de mais é enjoado.

Gosto de ficar te querendo,
Sei, que é só por uns momentos.

Penso em ter você pra mim,
Mas, sou apenas um vagabundo,
Cínico, e ruim
Não quero que sofras por mim.

Quero que me tenha, desse jeito.
Que me queira perto, quando estiver perto.
Mesmo que fiquemos calados,
Deitados um em cima do outro,
Ou costas com costas.

Quero que fique,
Até que decidas que eu vá,
Que não me obrigue a te amar.


Quero que sintas saudades,
Mesmo que não digas,
E que descarregue-a toda,
Quando meu trem se aproximar.

Estou perdido como você!
Não custa nada nos juntar.

Gosto da nossa deixa,
Até que um de nós,
Diga que chega!
E que esse chega nos separe.

p.s: até que você diga que, chega!

6 de abr. de 2011

Quando penso na morte



São sempre nessas horas que eu penso na morte

Não em morrer, na morte!

O sol começa a nascer,

Causando o primeiro espetáculo do dia.

E eu já estou indo dormir, com a mesmice

Agonia.

Lembro de minhas quase mortes

Que não são poucas, umas com você

Algumas com outras.

Penso na morte dos meus amigos,

Dos meus entes queridos,

Dos papas-figos que não são papa-figos,

De pessoas ruins...

Penso no meu futuro fim.

Por quase te perder


Amor, me de suas mãos calejadas
Para que eu possa beijá-las 
Acalmando assim minhas lagrimas,
Por quase perder você para o nada.
Amor me deixa-te ver tocando
Para que eu não fique aqui lamentando
Por quase te perder para o nada.
Amor deixa-me por, meus braços
Nesse teu tronco afilado
Antes que eu caia no chão
Por quase te perder.
Amor perdoe-me pela demora
De te chamares assim.

Amor, me de suas mãos calejadas
Para que eu possa beijá-las 
Acalmando assim minhas lagrimas,
Por quase perder você para o nada.
Amor me deixa-te ver tocando
Para que eu não fique aqui lamentando
Por quase te perder para o nada.
Amor deixa-me por, meus braços
Nesse teu tronco afilado
Antes que eu caia no chão
Por quase te perder.
Amor perdoe-me pela demora
De te chamares assim, dAmor, me de suas mãos calejadas
Para que eu possa beijá-las 
Acalmando assim minhas lagrimas,
Por quase perder você para o nada.
Amor me deixa-te ver tocando
Para que eu não fique aqui lamentando
Por quase te perder para o nada.
Amor deixa-me por, meus braços
Nesse teu tronco afilado
Antes que eu caia no chão
Por quase te perder.
Amor perdoe-me pela demora
De te chamares assim.

Amor, me de suas mãos calejadas
Para que eu possa beijá-las 
Acalmando assim minhas lagrimas,
Por quase perder você para o nada.
Amor me deixa-te ver tocando
Para que eu não fique aqui lamentando
Por quase te perder para o nada.
Amor deixa-me por, meus braços
Nesse teu tronco afilado
Antes que eu caia no chão
Por quase te perder.
Amor perdoe-me pela demora
De te chamares assim, 
Meu amor

2 de abr. de 2011

Do violão que tenho

Fui calado por algo invisível
Chutado por um romance breve,
Trancado por uma amizade sórdida,
A culpa bateu de forma leve.
O meu remorso e sorriso
Escassos como água,
Sumiram com tua ausência
Irritando minhas palavras.
O sol já nascerá,
Tentarei dormir agora
E que uma noite inglória futura,
Desenhe meu sorriso esgotado,
Sem lamentos explicações e desculpas.
Não troco o pouco que tenho
Por multidões absurdas.
Das cordas do violão que tenho,
 torou hoje por sua causa,
Dos dois Mi só ficou um.
O que se foi, deixei pra Lá,
Descerei dois tons com Mi
Para um som de  soar.
O Sol nasceu, eu não dormi,
Não leia o que escrevi
Porque amargurada ficaras.
Darás mil desculpas sofridas
Com um sorriso desdenhado.





8 de mar. de 2011

Meu bem se foi voando


Meu bem se foi voando, para o outro lugar

Está feliz onde estiver que estar

Percebo que não nasci para amar

Já que um mundo eu tenho que dominar

E de muitas pessoas terei que me afastar

Adeus é sempre duro de falar

Nossas lembranças eu não quero destruir

Deixo isso paras os engenheiros civis

Que destruíram nosso chafariz

Não sei como me expressar

O quanto eu queria te abraçar

No tempo queria voltar

Para poder me despedir

Antes de você embarcar

Em um novo 14 Bis.

23 de out. de 2010

Desejo que me odeie

Desejo que me odeie, por ser tão covarde, por ser tão estático.

Me odeie por adorar o teu cheiro com e sem perfume.

Desejo que me odeie por não saber qual dos dois é meu preferido.

Toda vez que seus gestos naturais e os pensados passam pela minha vista varias vezes, e mesmo assim conseguem me impressionar.

Apesar de todos os nossos encontros serem monótonos, muitas vezes quase iguais e ate com roupas repetidas, não quero que eles acabem.

Desejo que me odeie por ser tão covarde, de não te puxar pelo braço a não ser para convidar-te para uma dança ridícula e brega.

De roçar suas mão com a minha, e não segurar como se deve, desejo que me desprezes.

Por não acompanhar-te quando escuto sua voz cantando musicas que escutava antes de dormir, querendo acompanha-la, fazendo um dueto, afinal minha voz e péssima e estragaria tudo.

Desejo que me odeie por ser alguém igual a todos, por ser só mais um bambino admirado com uma mulher.

Desejo que me odeie por tirar suas vestes como um animal morto de fome, de confundir sua pele com de outras mulheres.

É por isso que quero que sumas, eu por isso que não te vejo mais, quando me ligas e não atendo, suma para o seu bem, só apareça se quiseres ser só minha, não venha mais com confusões e duvidas.

Desejo que me odeie, por que já sou teu.

14 de mai. de 2010

Como é que fica agora?

Como é que fica agora amor? Essa história,
Que começou agora a pouco, mas parece eternidade.

Somos novos, mas pensamos como velhos,
E não entendemos nossas crises
de meia idade.

Todo o dia te conheço do começo, 
a te sei, que já sei suas curvas pelo avesso.

Na minha mente você chega de repente, ficando o dia inteiro.
Mas hoje veio um medo repentino que me senti um menino, tendo pesadelo.

Eu não posso te perder porque já não te esquecerei mais,
eu não posso te perder pelos meus erros de te amar, 
que podem ser fatais. 
Não posso te perder pelos meus erros, 
não posso te perder para mim mesmo,
não posso te perder mesmo se encher-me de acertes.

Não posso ter perder, por que eu me perderei, 
não posso te perder por que eu me perco.

Não posso me perder porque assim eu te perco também, 
e só com você os meus seres ficam um inteiro.

Com você sou só um apenas, triste ou feliz, cansado ou animado,
 com você do meu lado, me sinto verdadeiro.

Posso pensar em você aliviando a distancia, acalmando minha dor e lembrança,
mas só pensar em você pra mim é pouco se meu desejo é grandioso,
por que quero você para sempre, sorridente ou preocupada,
quero você dentro das minhas cobertas, com sua voz maravilhosa,
sua pele delicada, seu risos de canto de boca.


Mas hoje me senti um menino, que se perder seu destino, 
não conseguira mais sonhar.

Se eu perder esse amor,
mesmo que não mais o esqueça me perderei de tristeza
e viverei sem amar.

Por nunca ter dito que te amo e como é bom te amar.

Como é que fica agora? Que sei que não te mereço, que sou só um completo perdedor. 
Como é que fica agora? Que já sei que minha história tem você como meu grande amor?

Mesmo arrancando essa página, lembrarei desse teu cheiro que com perfume ou sem perfume, mesmo a quilômetros de distancias, a sem anos no futuro, sentirei essa fragrância que quero lembrar com muito orgulho, levando até para o meu túmulo, por viver esse amor da eternidade.


24 de abr. de 2010

Para minha morte, minha


Em passos curtos, ela se aproximou, 
com poucas palavras me interrogou,
breve mente nossos olhos percebiam(notavam), 
um ao outro, minha grosseria a chocou
irônica-mente.

Fui errôneo em me aproximar, 
mas todo plebeu as vezes age sem pensar,
suas marcas de um passado obscuro,
lembraram o meu que de tão obscuro,
pouco levou-me a orgulhar.

Suas vestes deixavam um enigma
impressionante. Como se já tivesse lhe
visto antes, mesmo com minha memória
deslumbrante, que mostrava um não constante,
fazia com  a minha teimosia, ainda me sentir delirante.

O perfume que navegava pelo vento, chegando
as minhas narinas, manipulava minhas mãos,
e todo o meu corpo se sucumbia para toca-la.

A sua pele pálida e fina, seu pescoço quente,
seus cabelos longos, suas vestes escuras.

Ha se fosse tu a morte como morreria feliz
como não pensaria duas vezes em, cravar
algo no meu peito, e entregar-me a ti.

Não te quero ver mais morte, imunda senhorita,
imunda que brinca comigo.

Que me abre um sorriso, que brinca com o pecado,
quando irei te ver de novo?Senhorita minha!
que mesmo sendo a morte eis bela, de tão bonita,
eis tão bonita de tão bela.

Que mesmo não sendo minha, eis pra mim um enigma,
que me faz viver, para poder morrer.

E dizer que o imundo sou eu,
esse mesmo que te escreves.

Não posso te ver, se não farei besteira,
que desejo muito fazer.

Não posso ver-te, por que tu
me confundes, penso que me queres,
sabendo que esse é meu pensamento
por te querer, e o me queres,
é na verdade um não me querer.

Não quero te arrancar lágrimas,  
senhorita, não quero vê-la sofrer. 

É melhor esquece-la. Por que se não
acabarei fazendo quem tu gostas sofrer,
mesmo querendo ser ele, e
ao mesmo tempo não ser.

Acabarei te fazendo sofrer...

É por isso que digo a mim mesmo, 
mesmo não querendo dizer,
que não posso ter ver.

Porque assim mais fácil
esqueço.

Algo que nunca poderei mas esquecer.


P.S: [ T ]

15 de nov. de 2009

Saindo da rotina..


Foi por conta de que?

Me diz vai? me diz logo!

Foi por conta de que?

Por conta de cor?

Classe social?

Me diz ai?

Agora quero saber!

Religião? Idade?

Puta que pariu foi por conta de que?

Sexualidade?

Ideologia?

Ciúme por que?

Insegurança?

Me diz vai?

Quero ver se eis capaz de Dizer!

Ponto de vista?

Medo?

Frescura?

Nojo?

se tu não alisa!

Vão te alisar pra que ?

A raça é humana PORRA!

O resto não tem pra que entender!

Foi por conta de que?

Quer brigar pra que ?

Se é homem não foi lá por que!?

Por que não se intrometer ?

Eu sei o que foi, ignorância!

É só isso, só pode ser!

Quando é com os outros você sabe dizer!

Agora me diz?

Foi por conta de que?

Se estou errado agora eu quero saber!

Foi por conta de que?

Foi por conta de quem?

Foi por conta de que ?

Ofender, se não ofende quem aceitou, pra que tu vai se ofender?

Não entendo e nunca vou entender

Mas estou aqui pra tentar!

E não quero parar sem saber!

Se não sabe o que é, pra que se intrometer?

Se não conhece a verdade! pra que mentira dizer?

Pra que inventar conversa, pra que?

A raça é humana PORRA!

Pra que fazer um inocente sofrer?

O coração existe pra bater!

E se um dia parar, cuidado que pode morrer!

A raça é humana porra, não faça ninguém sofrer!

Não julgue ninguém sem saber! Sem conhecer!

A raça é humana porra, a ignorância existe pra perder!